ASSISTÊNCIA TÉCNICA

QUAL A FORMA CORRETA DE ORDENHAR?

manejo de ordenha começa quando os animais ainda estão no piquete. Devemos condicionar as vacas a estarem sempre em movimento, visando uma maior facilidade na hora da extração do leite. Esse condicionamento deve ser feito sem gritos ou agressões físicas, atendendo assim o bem-estar animal.

Especial atenção deve ser dada também ao ordenhador, que deve ser uma pessoa calma e de boa índole, pois geralmente a produção de leite depende dessa pessoa.

Ao colocarmos a ordenhadeira mecânica nos animais não devemos demorar mais de um minuto, também não devendo demorar para a retirada da mesma, evitando traumas no úbere do animal.

Manejo de ordenha (principais atividades):
- Condução dos animais ao local de ordenha (conduzir os mesmos de forma tranquila e sem estresse);

- Espera da ordenha (recebimento de alimentação, geralmente um concentrado);

- Limpeza do animal (atualmente em desuso);

- Remoção dos primeiros jatos de leite (esse leite está armazenado nas cisternas da teta da vaca, apresentando grande contaminação);

- Colocação das teteiras;

- Aplicação de antisséptico protetor;

- Soltura dos animais nos piquetes.

Observando esses simples conceitos, o produtor aumenta sua lucratividade e a qualidade do seu leite, além de propiciar o bem-estar de seus animais e a conformidade com as atuais práticas de produção.

O QUE SÃO CÉLULAS SOMÁTICAS?

Células somáticas do leite são, normalmente, células de defesa do organismo que migram do sangue para o interior da glândula mamária, com o objetivo de combater os agentes causadores da mastite, podendo ser, também, células secretoras descamadas, no entanto, em uma glândula mamária infectada, as células de defesa correspondem entre 98 e 99% das células encontradas no leite (PHILPOT e NICKERSON, 1991).

A contagem de células somáticas (CCS) do leite de uma vaca indica de maneira quantitativa o grau de infecção da glândula mamária. Já a CCS do leite do tanque de resfriamento do rebanho indica a incidência média de mastite no rebanho.

A correlação entre a CCS média no tanque e a ocorrência de mastite é alta, variando de 0,50 a 0,96 (EMANUELSON e FUNKE, 1991). Elevada CCS no tanque geralmente indica perdas de produção de leite, sendo que a manutenção de baixa CCS no tanque é bom indicativo de boa saúde da glândula mamária dos animais do rebanho (SCHUKKEN et al., 1990).

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